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Sexta-feira, Janeiro 10, 2003 :::

Editorial do Dia 10/01/2003

Bem, vou contar uma pequena história. Eu comecei a fazer a faculdade de informática em 95, com a chegada da internet e a febre dos jogos eletrônicos que me consumiam na adolencência me fizeram ter umma paixão pessoal pela informática. Como não consigo ficar parado em um lugar só por muito tempo, em 1997 senti que não era bem a minha praia ficar parado diante de um computador depurando programas, sendo escravo da variação da corrente elétrica que volta e meia queimava placas e circuitos ou usuários que pisavam no mouse para ligar o computador - velha lenda do "informatiquês".

Em 1998, descobri que o meu negócio realmente era o Jornalismo e, com muito orgulho e determinação, absorvi todo o conhecimento que me foi passado ao longo de quatro anos para uma formação justa e sincera, do meu caráter como profissional, na minha idoneidade na apuração das informações, na busca incessante da verdade dos fatos - doa a quem doer e na oportunidade de dar a voz aos dois lados de uma história.

Formado em 2001 pela UniCarioca, tenho certeza que cumpri o meu papel dentro da instituição, fui vice-presidente do DCE na área de Comunicação Social, lutei pelo que os alunos acreditavam, alguumas batalhas perdemos, outras foram ganhas. Me formei para informar, tenho uma predileção pelas imagens, pela sedução, mas gosto muito de escrever. Em todos esses anos sempre tive uma certeza, ter passado pela Faculdade de Jornalismo me tornou uma pessoa ciente de meus direitos e deveres para com o exercício da profissão, digna, dando voz aos que não a tem, buscando um objetivo maior sempre, ajudar ao próximo e a cobrança incessante dos direitos de todo cidadão.

Profissionalmente trabalho na área desde os primeiros semestres, onde pude adquirir muito conhecimento e prática. Hoje, aos dez dias de janeiro de 2003, fui pego de surpresa pela decisão da juíza de Direito Carla Abrantkoski Rister, da 16° Vara Cível de São Paulo, que suspendeu em todo país a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de Jornalista.

Imagine agora uma redação de jornal, com um rapaz de 20 anos, recém saído do Ensino Médio que sempre teve a oportunidade de ler bastante, tanto jornais quanto revistas, seja esclarecido e inteligente. Seria possível que o mesmo seja capaz de, perante a importância e inigualável relevância como instrumento de informação para toda a população, tornar-se plenamente responsável a gerar matérias de cunho informativo e seguindo as premissas básicas que sempre acreditei e citei acima, à toda uma população que forma sua opinião lendo as palavras do mesmo?

Incoerente seria crer que um economista não possa chefiar uma redação de jornal para qualificar as informações, como esclarece a Exma. Juíza em seu despacho publicado no Diário Oficial (10/01/03) e que pode ser lido no site do Tribunal Regional Federal. Para tal proposta, bastaria um curso de pós-graduação lato sensu na área jornalística para que o mesmo pudesse estar a par do que é de fato a responsabilidade que carrega consigo este profissional.

Assim, sou veementemente contra a extinção da obrigatoriedade e, mesmo não concordando com a imensa maioria do que foi dito no despacho, entro apenas em acordo de que uma das necessidades de todo aquele que se propõe a ser o responsável pela formação de opinião pública, o cobrador das responsabilidades governamentais e o que oferece em suas letras a fala do reclamante, bem como a réplica do reclamado, assim como se faz no exercício do Direito, este sim, tem de estar em sintonia e deter uma formação cultural e familiar de bases sólidas.



::: 8:39 PM :::


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Alexandre Gazé Filho - 2002

Corra, tenha pressa, faça bem feito
seja detalhista, aperfeiçoe a técnica
dê sempre o melhor de si
utilize todas as técnicas disponíveis

Você será recompensado quando isso acontecer
não esqueça de quem está sempre torcendo
pelo seu sucesso, pelo seu bem estar

Agradeça sempre.

::: 11:38 AM :::


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Terça-feira, Janeiro 07, 2003 :::


Alexandre Gazé Filho

Está vendo aquela passagem à sua frente? Aquela estrada?
Parece que não tem fim?
Será que você é forte o bastante para ultrapassá-la?
Mas como saber? Está esperando o que?

Corra, acelere, seu caminho está livre
você é responsável pelo drible nos obstáculos
às vezes só temos alguns centímetros para passar
o caminho parece apertado, tudo muito sufocante...

mas você passará e trará novas luzes
para um novo amanhecer, um novo dia:
O seu dia!


::: 1:10 AM :::


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